segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Miguel S. Tavares

Miguel S. Tavares - " Fala do homem bem nascido "
Venho da terra assombrada
Do ventre da minha mãe
Não pretendo roubar nada
Só dizer mal de alguém
Trago boca para ofender
E olhos para odiar
Em professores e estivadores vou bater
O Pulido Valente vou plagiar
Com licença ... com licença, quero passar

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Esboço da caricatura de Mourinho e Ronaldo

Quando fiz este esboço, o Ronaldo ainda não tinha um consultor de imagem : Não tinha os dentes tão bem tratados assim como as sobrancelhas . Já possuía no entanto, um talento enorme como futebolista . Eu sou um fã da sua magia .

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Esboço rápido de H. Chavez - lápis HB


Há imagens que ficam na nossa memória visual, devido ao facto de sermos constantemente bombardeados com elas, nos meios de comunicação visual . Quando faço a caricatura de uma pessoa que só conheço através da televisão, ou deste meio poderoso que é a net, preciso de recorrer a um suporte visual : uma imagem ou uma fotografia . Esta no entanto fi-la de memória, numa reunião da escola . Tinha o Hugo Chavez na cabeça e não sabia !
É o mesmo que acontece com aquelas músicas orelhudas, que quando cismam entrar no disco rígido do nosso cérebro, por mais que tentemos não as conseguimos expulsar .

Mariza


Não era um grande admirador da carreira da cantora Mariza , talvez porque também não sou um admirador fervoroso do fado . No entanto um dia fui vê-la ,num espectáculo que decorreu no recinto da Feira de artesanato e gastronomia de Nisa . Fiquei arrebatado, com a presença em palco ; o profissionalismo ; a mística , a voz e a simpatia daquela figura longilínea e estilizada . Ela conseguiu nessa noite, transformar aquela pequena multidão amorfa, numa massa efusiva . esta demonstração de como é possível pôr uma assistência pouco participativa, em estado de quase experiência transcendental, atingiu o clímax, quando a artista veio para o meio das pessoas cantar o sucedâneo do hino nacional que é o “ Ó gente da minha terra “ .

Nesta caricatura, procurei amplificar aqueles “olhos de mel” enormes que ela tem .

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Michael jackson

Cartoon de Rogério W. S . para a revista MAD

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

domingo, 30 de dezembro de 2007

Sombra


Moisés o anti-profeta

Moisés o Anti – Profeta

Prefácio


O Cartune, Moisés o Anti –Profeta, teve a sua origem a partir de um repto que me foi lançado pelo Coordenador do Boletim informativo da Biblioteca da Escola Básica 2º e 3º ciclos José Régio, “Folhas soltas” ( o Professor António Pascoal ) .
O projecto, ganhou forma e consistência , partindo de um primeiro esboço, elaborado após o visionamento de um programa televisivo , num canal temático, sobre Moisés o Profeta Bíblico e qualquer semelhança Deste, com Moisés o Anti- Profeta é mera coincidência (utilizando uma “ frase batida “ ) . Não é minha intenção com a criação deste Cartune, ofender; diminuir ou menosprezar qualquer credo ou religião . Tenho o máximo respeito pelas diferentes crenças de carácter espiritual e pelas figuras públicas visadas nos diferentes cartunes . Parafraseando um humorista famoso da nossa praça; faço minhas as suas palavras : “ rir das pessoas numa atitude de menosprezo, é diferente de rir com as mesmas e de nós próprios “ .
O humor não deve seleccionar temáticas estanques, para não ferir susceptibilidades . Pode e deve abarcar os mais diversos aspectos emergentes ou convenientemente ocultos, da vida em sociedade e do conhecimento humano, desde que não levante suspeições erróneas ou não confirmadas, relativamente à conduta intima, sócio – afectiva e profissional dos visados .Como o humor não tem, necessariamente, de estar condicionado por aspectos espacio - temporais e outros “ espartilhos “, resultantes da lógica, em Moisés o Anti- Profeta, surgem personagens baseadas em figuras públicas, que provavelmente nunca se encontraram. Outras ainda, aparecem a “contracenar” com entidades espirituais, ou estabelecem diálogo com figuras baseadas em personalidades reais, que já deixaram de existir. Concluo então que a lógica, o irracional e o real, podem coexistir de forma pacífica com a ficção, nas diferentes formas de expressão humana, como a escrita; a sátira , ou o cartoon em questão, de conteúdo eventualmente satírico e humorista. O leitor saberá aferir .
Elegi para este projecto, um tipo de desenho caricatural, conjugando-o por vezes com outro, de pendor mais realista ( sobretudo quando surgem figuras públicas ), por considerar ser este o registo mais apropriado, ao tipo de cartoon em causa . Restará por fim referir, que este trabalho, tem sido parte integrante do jornal bissemanário Fonte Nova, cujo Director (Aurélio Bentes Bravo), tem apoiado de uma forma sóbria mas bastante gratificante, algumas das minhas realizações, acolhendo-as no seio do seu jornal .

O autor : Hermínio Felizardo