quinta-feira, 28 de junho de 2012

O Fado negro lusitano




Até dominámos o touro, mas as bolas portuguesas que vão ao ferro, não entram, às vezes contrariando as leis da física, enquanto as dos espanhóis rebolavam miraculosamente para dentro. É o fado português, mas, perante as circunstâncias dos dois países envolvidos na contenda, este é o menor de todos os males, no caso português e a menor de todas as alegrias no caso dos "nuestros hermanos".

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Mais austeridade equivale a menos emprego!





Mais austeridade equivale a menos emprego. É o retrato do portugal de hoje.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Elevem a nossa linda vila de Marvão a património da Humanidade...já!




"Segundo a Rádio Portalegre: "A candidatura de Marvão a Património da Humanidade, pela UNESCO, deverá estar concluída no próximo ano, anunciou o vereador do pelouro da Cultura, daquela autarquia alentejana.
José Manuel Pires, que falava à margem da 6ª edição do Festival Al Mossassa que decorre em Marvão até à próxima quarta feira, revelou ainda que nos últimos anos foram investidos mais de 4,5 milhões de euros na preservação do património daquela vila histórica.
O autarca sublinhou que a complexidade dos trabalhos tem feito com que o processo seja moroso mas ressalvou que o novo dossier deverá estar concluído e pronto a entregar à UNESCO no próximo ano.

A autarquia espera que a Comissão Nacional da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) aceite o trabalho que conta com mais de 20 profissionais envolvidos na elaboração da candidatura.

O processo conta com a colaboração de Ray Bondin, embaixador de Malta na UNESCO e presidente do Comité Internacional das Cidades Históricas (CIVVIH), organismo integrado no Conselho Mundial de Monumentos e Sítios (ICOMOS).


Há alguns anos, Marvão avançou com uma candidatura a Património da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), mas acabou por retirá-la em 2006, depois de um parecer negativo, para evitar quer fosse anulada."

In    http://forummarvao.blogspot.pt/



domingo, 29 de abril de 2012

Homenagem a Miguel Portas

Caricaturar não é apoucar!
A minha homenagem sincera ao Homem e ao político que foi Miguel Portas.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Aguaceiros de Abril

Aguaceiros de Abril. A chuva é como o FMI, tarda a chegar, mas quando aparece, leva tudo à frente.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Trabalhos realizados no clube das Expressões da escola EB 2,3 José régio de Portalegre

Trabalhos realizados pelos alunos, no clube das Expressões, na Escola EB, 2,3 José Régio de Portalegre. Este clube é dinamizado por mim e pela docente Ermelinda Grilo.




segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

sábado, 14 de janeiro de 2012

Pastel de nata - Uma solução para portugal



"O ministro da Economia deu a receita para o combate ao défice e dívida externos, apontando a abertura das empresas portuguesas aos mercados internacionais. Na conferência do DN “Made In Portugal”, Álvaro Santos Pereira assinalou a internacionalização da economia nacional como um desígnio que ganhará prioridade. Para dissipar dúvidas do que é esta tarefa agora assumida pelo executivo, o governante deixou um exemplo de produto nacional a ser mais valorizado lá fora: o pastel de nata. O que valeu posições ambivalentes no seio do PS.Álvaro Santos Pereira e a aposta no pastel de nata


Na abertura da conferência promovida pelo “Diário de Notícias”, o ministro da Economia arrancou para um discurso cheio de críticas, apontando a incapacidade e o “falhanço” do país em fazer sair para os mercados externos o que tem de melhor. Liminarmente, Santos Pereira admitiu que Portugal “tem falhado na estratégia de internacionalização dos produtos”.

“Só apostando sem o mínimo de dúvidas neste desígnio nacional que é um país mais exportador é que iremos combater este défice externo e esta dívida externa”



“Até agora, essa marca Portugal nunca verdadeiramente arrancou. E não arrancou por uma simples razão: tem falhado a estratégia de internacionalização, não tem sido um desígnio nacional”, lamentou Álvaro Santos Pereira, para assinalar o início de uma nova era.



Defendendo que “só apostando nas exportações, só apostando sem ter o mínimo de dúvidas neste desígnio nacional que é um país mais exportador, é que iremos combater este défice externo e esta dívida externa”, o responsável máximo pela pasta da Economia garante que a falta de atenção ao que o país tem de melhor para oferecer “acabou, a partir de agora as exportações, a internacionalização da economia portuguesa, são o principal desígnio nacional”.