segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

sábado, 14 de janeiro de 2012

Pastel de nata - Uma solução para portugal



"O ministro da Economia deu a receita para o combate ao défice e dívida externos, apontando a abertura das empresas portuguesas aos mercados internacionais. Na conferência do DN “Made In Portugal”, Álvaro Santos Pereira assinalou a internacionalização da economia nacional como um desígnio que ganhará prioridade. Para dissipar dúvidas do que é esta tarefa agora assumida pelo executivo, o governante deixou um exemplo de produto nacional a ser mais valorizado lá fora: o pastel de nata. O que valeu posições ambivalentes no seio do PS.Álvaro Santos Pereira e a aposta no pastel de nata


Na abertura da conferência promovida pelo “Diário de Notícias”, o ministro da Economia arrancou para um discurso cheio de críticas, apontando a incapacidade e o “falhanço” do país em fazer sair para os mercados externos o que tem de melhor. Liminarmente, Santos Pereira admitiu que Portugal “tem falhado na estratégia de internacionalização dos produtos”.

“Só apostando sem o mínimo de dúvidas neste desígnio nacional que é um país mais exportador é que iremos combater este défice externo e esta dívida externa”



“Até agora, essa marca Portugal nunca verdadeiramente arrancou. E não arrancou por uma simples razão: tem falhado a estratégia de internacionalização, não tem sido um desígnio nacional”, lamentou Álvaro Santos Pereira, para assinalar o início de uma nova era.



Defendendo que “só apostando nas exportações, só apostando sem ter o mínimo de dúvidas neste desígnio nacional que é um país mais exportador, é que iremos combater este défice externo e esta dívida externa”, o responsável máximo pela pasta da Economia garante que a falta de atenção ao que o país tem de melhor para oferecer “acabou, a partir de agora as exportações, a internacionalização da economia portuguesa, são o principal desígnio nacional”.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A ternura dos sessenta

O ser humano é capaz de realizar coisas magníficas. Infelizmente, o oposto também é verdadeiro; em determinadas circunstâncias, algumas pessoas são literalmente capazes de tudo.


A violência doméstica, seja ela física ou psíquica, é um dos comportamentos mais vis, no qual as pessoas podem incorrer. O casamento não deveria ser uma espécie de prisão para a vida, onde um dos cônjuges assume a supremacia sobre o outro, qual senhor feudal, que impõe regras e ditames de prepotência e de posse, que, quando não são cumpridos, acabam, não raras vezes, em situações de violência extrema.

Ninguém deverá, no entanto, ser julgado na praça pública ou nos meios de comunicação social. Qualquer pessoa só deverá ser considerada culpada, quando for cabalmente provado que o é, em sede própria.